Faz algum tempo que jornalistas consagrados (Emir Sader, Luiz Nassif e Paulo Henrique Amorim) vêem denunciando a partidarização da imprensa, o que Paulo Henrique Amorim chama de PIG, Partido da Imprensa Golpista. Nesta semana alguns reveses no PIG, levaram ao desespero, veja: quando eles festejavam o apagão, veio a queda do rodoanel, pesquisas encomendadas pelo CNT indica queda de Serra e crescimento de Dilma, uma publicação de um pequeno balanço comparativo entre os oito anos de governo de FHC e os seis anos e seis meses do governo LULA. Estes dados fazem LULA ter a aprovação de 70% dos brasileiros: Salário mínimo era 78 dólares hoje 243 dólares, desemprego era de 12,2 contra 7,4 de hoje, no ensino FHC não fez nenhuma, LULA 12, escolas técnicas, nenhuma, neste governo 214 escolas, e o FMI, quem lembra? Hoje estamos nas manchetes mas como um pais que passa e ter poder veto nesta instituição, estas coisas fazem o PIG ter crises de íra. Mais dados do balanço está no blog WWW.//paolohenriqueamorim.com.br.
Olha onde chega o desespero. Assistindo o jornal da globo a meia noite os apresentadores mantiveram o seguinte diálogo sobre a redução de IPI na compra de móveis:
Heródoto: “ – Míriam, como avaliar essa redução do IPI aqui anunciada pelo Ministro Mantega e essa tendência para incentivos econômicos no mundo?
Mírima: “ – Pois é, Heródoto…tá meio fora de hora, porque no mundo…ééé…inteiro já se pensando em redução dos estímulos econômicos, né? Em vários países já suspenderam tem país já subindo os juros…(…) mas, ninguém ta criando incentivo nessa altura dos acontecimentos (…) até porque, outro dia, o presidente Lula disse que o Brasil está indo para um crescimento chinês…não é bem assim! Mas, realmente, o país vai ter um número muito bom do PIB do segundo trimestre que vai sair no dia 10 de dezembro, vai ser mundo bom, mostrando a recuperação da economia., então não é…a hora de se fazer isso. Segundo, tem que ter critério (…) ele deu ontem para móveis….moveis usam madeira; madeira tem, como, como todo mundo sabe…é…é…é…o setor pressiona o desmatamento, né? Têm empresas boas, que fazem isso de forma sustentável, etc.
Será que merece comentários.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Eleições do PT em Itajaí

Assim votaram os filiados em Itajaí:
Presidente Nacional:
José Eduardo Cardoso 68 votos
Zé Eduardo Dutra 44 votos
Iriny Lopes 14 votos
Chapa Nacional:
Mensagem ao Partido 68 votos
Partido que muda o Brasil 39 votos
Esquerda Socialista 9 votos
Mov. Partido para todos 1 voto
Presidente Estadual
José Fritsch 127 votos
Chapa Estadual
Uma outra SC possível 106 votos
Terra trabalho e Soberania 9 votos
Presidente Municipal
Davi Coelho 127 votos
Chapa Municipal
União e Luta 114 votos
sábado, 21 de novembro de 2009
Eleições no PT

Petistas de todo o Brasil vão às urnas neste domingo (22) para escolher os novos dirigentes do partido para o período 2010-2012. As eleições acontecem em mais de 4 mil municípios, nos quais 1 milhão e 350 mil filiados estão aptos a votar para as direções locais, estaduais e nacional.
O PT é o único partido do Brasil que escolhe seus dirigentes pelo voto direto do filiado. Concorrem à presidência nacional do partido seis candidatos: Iriny Lopes (Chapa Esquerda Socialista), Markus Sokol (Chapa Terra, Trabalho e Soberania), José Eduardo Cardozo (Chapa Mensagem ao Partido), Geraldo Magela (Chapa Movimento: Partido para Todos), José Eduardo Dutra (Chapa O Partido que Muda o Brasil) e Serge Goulart (Chapa Virar à Esquerda, Reatar com o Socialismo).
As eleições acontecem nos diretórios municipais ou zonais onde a pessoa é filiada. Como em PEDs anteriores, haverá uma urna especial em Brasília para os petistas que trabalham na capital federal.
Em Itajaí existe uma chapa única liderado pelo companheiro Davi Coelho e a urna para coleta dos votos estará na sede do partido, Rua Heitor Liberato, 914
Serra enfreta mau tempo e só tem tres opções

A política tem seu tempo mas também seu “microtempo”, feito de circunstâncias mais passageiras. O governador tucano José Serra, enfrenta um microtempo dos piores com a pressão de correligionários e aliados para que decida logo se é candidato a presidente daqui a pouco de 11 meses. O que era para ser um grande gesto, hoje, poderia parecer um anticlímax. No entanto, não mais de três alternativas imediatas se abrem ao presidenciável paulista.
Por Bernardo Joffily
Examinemos cada um dos caminhos possíveis para Serra:
1. Serra mantém seu prazo: março
A primeira opção: Serra resiste à pressão e só se decide em março, conforme o cronograma que se fixou. É hoje a opção mais remota. Seu concorrente tucano, o governador Aécio Neves, não aceita.
Aécio disse que em fevereiro se lançaria a senador por Sua Minas Gerais, depois encurtou o prazo e anunciou que só espera até o fim de dezembro. “Ou Serra assume ou devolve a bola para o Aécio”, argumenta Domingos Sávio, líder do governo Aécio na Assembléia Legislativa mineira.
Caso Serra mantenha a protelação e Aécio cumpra seu ultimato, seria o pior dos mundos para o governador paulista. Ficaria sendo o presidenciável por default, tomando uma ‘decisão’ já ‘decidida’ de antemão pelos fatos.
Se o único a cobrar pressa fosse Aécio, nem seria tão problemático. Mas o presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), exige publicamente a definição do candidato, angustia-se com a demora e até anunciou preferência por Aécio para aumentar a pressão. E o próprio presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse em entrevista no domingo que “o nosso tempo é urgente”.
Não se encontra um só oposicionista satisfeito com a protelação. Nenhum exceto José Serra. Este, pessoalmente, gostaria de medir melhor o passo, estudar como evoluem as pesquisas. Mas todos no seu campo, a começar pelos montadores dos palanques estaduais, cobram uma definição já.
2. Serra se lança em dezembro
Segunda opção: Serra cede à pressão e sai para presidente. É o que todos esperam que aconteça. A começar pelo presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique Cardoso, que neste domingo publicou um alarmado artigo no Estadão – Para onde vamos? – pintando em cores tenebrosas uma possível vitória da petista Dilma Rousseff:
“Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão”, vaticina FHC. E termina “dizendo que é mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo, antes que seja tarde”.
O ex-presidente se empenha em ver seu correligionário e conterrâneo como candidato presidencial, em uma “chapa dos sonhos” com Aécio na vice. Aécio não se cansa de negar. Logo se saberá se a costura fernando-henriquista terá meios para dobrá-lo. Se assim for, será um ponto para a oposição. Se não, um ponto contra.
3. Serra se lança… para a reeleição
Terceira opção: o governador refaz os cálculos, repassa as pesquisas e conclui, como em 2006, que é melhor disputar a mais amena reeleição para governador de São Paulo, e deixar para Aécio (que não tem essa opção, por já ter cumprido dois mandatos) a tarefa de enfrentar Dilma e seu cabo eleitoral número um, Luiz Inácio ‘o Cara’ Lula da Silva.
É a única explicação real – um segredo de Polichinelo – para a demora em decidir. Será também talvez a alternativa mais prudente do ponto de vista da carreira política pessoal de José Serra, que assim trocaria o duvidoso pelo (quase) certo. Mas seria uma quase traição do ponto de vista dos interesses coletivos da oposição conservadora.
Nesse caso, caberia a Aécio a condição de presidenciável por default. Este veria obedecido o prazo que pediu, mas teria que correr contra o tempo para conquistar os aliados e montar os palanques que promete. Pior, ver-se-ia na obrigação de explicar a cada passo que, sim, venceu a contenda com Serra e pode vencer a eleição, e, não, não foi deixado para o sacrifício na disputa com a candidata de Lula.
Desgraça pouca é bobagem
A escolha de Serra se fará em um microtempo hostil. Não há nenhum escândalo contra o governo na mídia. A CPI da Petrobras agoniza aos poucos, eclipsada pelas boas notícias do pré-sal e a polêmica positiva sobre como distribuir seus royaltes. A crise global, no Brasil, pode não ter sido uma ‘marolinha’ mas não chegou a muito mais que isso; mais importante, passou, e prenuncia um crescimento que segundo Lula pode bater nos 7% na hora da campanha eleitoral. O Rio venceu Chicago na contenda pela Olimpíada de 2016. Até a coragem de abrigar Miguel Zelaya na embaixada brasileira em Honduras – que Serra descreveu como “uma grande trapalhada” – revelou seus frutos ao abrir caminho para o acordo de sexta-feira passada, de ainda incerta aplicação pelo regiem golpista.
Como desgraça pouca é bobagem, a oposição enfrenta dificuldades para montar os palanques estaduais. “A indefinição da candidatura presidencial do PSDB deixou os partidos de oposição à beira de um ataque de nervos e ameaça causar divisões políticas internas com efeitos nas campanhas regionais”, noticia o Estadão.
O jornal aponta ” graves focos de insatisfação” em Minas, no Rio e em São Paulo. E “problemas” em pelo menos mais nove Estados: Rio Grande do Sul, Paraná, Pará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Ceará, Amazonas e Maranhão.
O caso do Rio é emblemático. Até setembro o palanque local parecia resolvido com a candidatura do tucano do bico verde Fernando Gabeira. Mas a candidatura presidencial de Marina Silva pelo PV, somada à conquista dos Jogos de 2016 pelo Rio, derrubou esse palanque. Gabeira agora diz que pensando bem talvez concorra ao Senado; e se disputar o governo será em dobradinha com Marina e não com Serra. Sérgio Guerra desembarca nesta quarta-feira na Cidade Maravilhosa com a missão de fazer o rescaldo do desastre.
Em São Paulo os tucanos Geraldo Alckmin (melhor nas pesquisas) e Aloysio Nunes Ferreira (preferido de Serra), assim como o prefeito paulistano Gilberto Kassab, do DEM, desejam ser os indicados para concorrer ao governo. A completa catástrofe para Serra seria perder a eleição presidencial para Dilma.. e ainda ter de passar o governo paulista para seu desafeto Alckmin – hipótese que o leva a levar muito a sério a terceira alternativa.
A cobrança irritada da mídia
Há ainda a cobrança irritada, quase colérica, da mídia. Esta denuncia incompetências e covardias por parte dos oposicionistas em geral e de Serra em particular. “O Brasil tem governo demais e oposição de menos”, foi a melancólica conclusão da colunista Miriam Leitão, do Globo, acompanhada no diagnóstico por vários outros articulistas.
Até o marqueteiro de Serra, Luiz González, entra no rol dos discensos oposicionistas e pode ser defenestrado. “Não ouve ninguém, não entende de Brasil. Há uma insatisfação geral no PSDB. Só o Serra gosta dele”, disse um senador tucano, sob compromisso do anonimato, para o Estado de S. Paulo, que é insuspeito de simpatias por Lula mas tem sido revelador sobre as fraquezas tucano-demistas.
Um microtempo é volátil por natureza e o atual pode se desvanecer. É o que José Serra deve estar implorando aos deuses que aconteça. Do contrário, qualquer que seja a sua escolha entre as três possíveis, o anúncio da decisão dificilmente soará como um prenúncio de vitória.
domingo, 8 de novembro de 2009
Recado de Lula ao FHC

Na semana passada o Estadão publicou um texto de FHC, fazendo duras críticas ao presidente Lula, o nível do artigo foi tão baixo e de grandes contradições que foi criticado até por membros de seu partido, veja como Lula respondeu:
Lula disse: “Nós não temos a sapiência dos sociólogos. Essa semana fui chamado de analfabeto, de ditador, e nessa mesma semana eu ganhei o título de estadista do ano. Eu compreendo o ódio, o intelectual que está assistindo um operário que só tem o quarto ano primário – e não tenho vergonha de dizer – ganhar tudo o que ele imaginava que pudesse ganhar e não ganhou por incompetência é muito difícil. É muito engraçado, tem gente que acha que a inteligência está ligada à quantidade de anos de estudo que você tem, não tem nada mais burro que isso”, – Tem muita gente que acha que inteligência está ligada à universidade. Isso é burro. A universidade não dá nada disso. A política é uma ciência que exige muito mais inteligência. De qualquer forma, a vida é assim. As pessoas falam o que querem e ouvem o que não querem. A vida é dura – disse Lula, que em seguida ironizou quem o chamou de analfabeto.
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(…)
Um país governado por um analfabeto vai terminar realizando um governo que mais investiu em educação. Vamos terminar nosso governo com 14 novas universidades federais. Estamos fazendo uma vez e meia o que eles não fizeram em um século. Sei que isso é intragável. O Fernando Henrique Cardoso achava que nós seríamos um fracasso e que ele poderia voltar – disse Lula.
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(…)
Dilma é quem vai poder conseguir dar continuidade ao nosso projeto –
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Os riscos da falta de autoridade de um governo
Tenho como conceito que falta de autoridade é ausência de ação política de um governante. Se verificarmos todos os fatos ocorridos na administração do município desde a posse do novo prefeito, como as nomeações dos apadrinhados da vice Dalva, o escândalo das roupas, a formação de novas empresas pelos “amigos” e todas contempladas com a maioria dos contratos de prestação de serviço, o secretario que até hoje não devolveu o terreno na Praia Brava, o caso do coordenador do CODETRAN, o caso de vereador Douglas, para citar alguns dos muitos problemas em que jamais vimos uma postura firme do prefeito Bellini, dando uma clara demonstração de fraqueza ou conivência. Esta postura faz com que seus subordinados ajam muitas vezes de forma inadequada com a clara certeza de que “não da nada”. Exemplo disso foi a manifestação do Zé Belline em uma entrevista em um canal de televisão sobre o episódio que envolveu agentes de trânsito na praia da Atalaia, aonde o povo ia se “queimar ou lavar a bunda”, em um claro desrespeito a população que paga seu salário. Mas até acontecer este fato jamais foi avaliado o comportamento dos agentes no trato com a população, se perguntados quem não tem algo a relatar da forma muitas vezes grosseira que foram abordados pelos agentes? O resultado está aí, previsível, o conflito, em uma prova de falta de preparo, e o exemplo de seus superiores lhe da a certeza que não dá nada”.
E aí eu repito o que outros estão dizendo: ACORDA JANDIR.
E aí eu repito o que outros estão dizendo: ACORDA JANDIR.
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